• Gisela de Oliveira Gusmão

Vamos falar sobre divórcio



Sou a Gisela Gusmão, Psicóloga e Psicoterapeuta de Casal e Família, e, trouxe esse tema para fazermos uma reflexão em conjunto. Gostaria de deseja um excelente 2021 para vocês, cheio de esperança e novas conquistas.


O divórcio, normalmente, é uma experiência desgastante e sofrida. Costuma ser um processo trabalhoso e exaustivo para os envolvidos. Durante a pandemia tornou-se um evento ainda mais complicado, considerando a necessidade do isolamento social e a crise econômica, entre outros fatores.


Famílias que, devido à correria do dia-a-dia pouco se encontravam, passaram a compartilhar o mesmo espaço, muitas vezes pequeno, por tempo prolongado, elevando o nível de estresse e resultando também no aumento da violência intrafamiliar. Segundo as estatísticas apresentadas pela Agência Brasil, durante à pandemia, houve aumento de 18,7% em relação ao ano anterior. Os dados são referentes aos meses de maio a junho de 2020.


Os divórcios nessas circunstâncias podem significar um sofrimento muito maior, pois a rede de apoio dos envolvidos está comprometida pelo distanciamento. Portanto, as pessoas se encontram sozinhas com o problema, sem poder compartilhar com amigos e familiares, de quem, supostamente, receberiam acolhimento e apoio. Outro ponto muito relevante é aumento dos sintomas de depressão e de ansiedade, que favorecem uma percepção negativa e pessimista dos fatos, dificultando o enfrentamento das questões.


Nesse contexto, é muito importante buscar ajuda profissional para alcançar o reequilíbrio necessário, a fim de produzir desfechos menos traumáticos para o grupo familiar e retomar a vida mesmo com as dificuldades reais que estamos enfrentando. Vamos seguir firmes e com certeza venceremos de forma extraordinária! Fiquem com a gente, porque no Idivorciei você nunca está sozinha(o)!


Algumas dicas para quem está sofrendo violência doméstica:

1. Combine algum código com amigos ou familiares para pedido de ajuda por redes sociais.

2. Combine com vizinhos algum sinal para comunicar que está precisando de ajuda. Por exemplo, um pano na janela.

3. Busque ajuda em associações de proteção às vítimas de violência.

4. Procure um Psicólogo.

Para pessoas com poucos recursos para manter a psicoterapia, cadastre-se na Rede de Apoio Voluntário da Associação Paulista de Terapia Familiar – APTF e solicite atendimento. É oferecido por valores bastante acessíveis e com ótimos profissionais. Acesse o link para preencher o formulário: https://forms.gle/HQtqFPqJnJv4DCWw9


Gisela Gusmão é psicóloga, psicoterapeuta de casal e família. Atua, portanto, em temas correlatos, tais como: luto, sexualidade, dependência química, criança e adolescente.

Tel: (+55 11) 98119-1906

Whatsapp: (+5511) 98796-0922

Email: contato@psiqi.com.br

Site: www.psiqi.com.br

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